{"id":9250,"date":"2012-04-18T17:58:34","date_gmt":"2012-04-18T19:58:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/?p=9250"},"modified":"2013-08-14T14:33:52","modified_gmt":"2013-08-14T16:33:52","slug":"ainda-restam-ingressos-para-2%c2%ba-show-de-bob-dylan-em-santo-amaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/ainda-restam-ingressos-para-2%c2%ba-show-de-bob-dylan-em-santo-amaro\/","title":{"rendered":"Ainda restam ingressos para 2\u00ba show de Bob Dylan em Santo Amaro"},"content":{"rendered":"<p>O Bob Dylan que escreveu a cl\u00e1ssica &#8220;Like a Rolling Stone&#8221; tinha 24 anos e n\u00e3o existe mais. Deu lugar a um homem de 70 anos, de movimentos vagarosos e dif\u00edceis, voz ainda mais desgastada e um tanto mais rabugento &#8211; apesar de ainda ativo e inspirado. E a can\u00e7\u00e3o &#8220;Like a Rolling Stone&#8221;, que ainda toca nos fones de ouvido de seus f\u00e3s, atravessou os anos com seu mestre. Sorte que ele e sua obra se mantenham em constante muta\u00e7\u00e3o, como uma pedra rolando. Imprevis\u00edvel e, por isso, t\u00e3o magn\u00edfico.<\/p>\n<p>Dylan chegou ao Brasil esta semana para cinco apresenta\u00e7\u00f5es. Passou pelo Rio de Janeiro no domingo, nesta ter\u00e7a tocou em Bras\u00edlia, depois seguir\u00e1 para Belo Horizonte (quinta), duas datas em S\u00e3o Paulo (s\u00e1bado e domingo) e, por fim, em Porto Alegre, no dia 24. Na capital paulista, ele dar\u00e1 as caras no <a href=\"http:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/santo-amaro\/credicard-hall-em-santo-amaro.shtml\" target=\"_blank\">Credicard Hall<\/a>, s\u00e1bado, \u00e0s 22h, e domingo, \u00e0s 20h. Ingressos, s\u00f3 para a segunda noite (em todos os setores, com pre\u00e7os que v\u00e3o de R$ 150, com vis\u00e3o parcial, a R$ 900).<\/p>\n<p>Cinco noites em que os cl\u00e1ssicos (e outros nem tanto) ser\u00e3o revisitados por esse artista inquieto. M\u00fasicas lado A e lado B, em alus\u00e3o aos antigos singles, em vinil. Da longa &#8220;Tangled up in Blue&#8221;, do disco &#8220;Blood on the Tracks&#8221;, de 1975, \u00e0 atual &#8220;Beyond Here Lies Nothin&#8221;, lan\u00e7ada em seu mais recente disco de est\u00fadio, o inspirado &#8220;Together Through Life&#8221;, de 2009.<\/p>\n<p>Idolatrado por gera\u00e7\u00f5es, desde a d\u00e9cada de 1960, Dylan j\u00e1 foi proclamado o trovador da juventude. A voz de inquietos que, como ele, n\u00e3o gostavam de ver o futuro que se aproximava da sociedade norte-americana, com guerras e sangue derramado.<\/p>\n<p>Mas de um jeito que s\u00f3 Dylan pode ter, ele refutou esse r\u00f3tulo. N\u00e3o quer ser voz de ningu\u00e9m. S\u00f3 a dele, mesmo. Inconfund\u00edvel, mais esgani\u00e7ada do que afinada, mais aguda que grave, e, hoje, acompanhada por rouquid\u00e3o. Destas sete d\u00e9cadas de vida, h\u00e1 mais de cinco, ele se esgoela por a\u00ed. De Minnesota (EUA), onde nasceu, para o mundo.<\/p>\n<p>Nascido em 24 de maio de 1941 e batizado como Robert Allen Zimmerman, o pequeno Bob cresceu entre judeus de sua comunidade na cidadezinha portu\u00e1ria Duluth. \u00c9 o cidad\u00e3o mais famoso dentre seus 80 mil habitantes.<\/p>\n<p>O tempo e as cr\u00edticas fizeram Dylan amadurecer. Se em 1967 &#8211; quando Dylan decidiu abandonar o viol\u00e3o e os tradicionais country e folk americanos para aventurar-se por instrumentos el\u00e9tricos -, ele j\u00e1 era um rapaz petulante, pouco am\u00e1vel com jornalistas e f\u00e3s ousados, nos anos 2010, o m\u00fasico \u00e9 quase um recluso. Parece pouco se importar com o mundo de n\u00f3s, mortais. Como os deuses da mitologia grega, quanto mais distante, mais divino. E Dylan vive em seu pr\u00f3prio Olimpo.<\/p>\n<p>Bob Dylan &#8211; Credicard Hall (Avenida das Na\u00e7\u00f5es Unidas, 17.981. Bairro Santo Amaro). Tel. (011) 4003-5588. No site: ticketsforfun.com.br.<\/p>\n<p>S\u00e1bado (esgotado), \u00e0s 22h; e domingo, \u00e0s 20h. R$ 150 a R$ 900.<\/p>\n<p><em>Fonte: Jornal da Tarde<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Bob Dylan que escreveu a cl\u00e1ssica &#8220;Like a Rolling Stone&#8221; tinha 24 anos e n\u00e3o existe mais. Deu lugar a um homem de 70 anos, de movimentos vagarosos e dif\u00edceis, voz ainda mais desgastada e um tanto mais rabugento &#8211; apesar de ainda ativo e inspirado. E a can\u00e7\u00e3o &#8220;Like a Rolling Stone&#8221;, que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[8],"class_list":["post-9250","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-shows","tag-santo-amaro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9250","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9250"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9250\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9250"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9250"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrasantoamaro.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9250"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}